Tuesday, May 22, 2007
Monday, May 21, 2007

Vivemos em um mundo que ainda não conhece a felicidade...
O sistema age como as nuvens que tentam encobrir a luz do sol
E nos impede de enxergar as coisas boas com claridade...
Mas o sol existe! E um dia as nuvens farão parte do passado...
Um dia alguém me contou a história de um rei e um sábio...
Onde o sábio presenteia o rei com três palavras cheias de significado...
Um medalhão que dizia: Isso também passara!
Uma mensagem vital de um jeito simplificado.
Um dia alguém me ensinou a acreditar nessas palavras,
A tal ponto que para mim esse futuro é uma realidade!
Não importa quanto tempo tarde, Isso também passara!
É só esperar com fidelidade...
E enquanto não passa,
O sistema age como as nuvens que tentam encobrir a luz do sol
E nos impede de enxergar as coisas boas com claridade...
Mas o sol existe! E um dia as nuvens farão parte do passado...
Um dia alguém me contou a história de um rei e um sábio...
Onde o sábio presenteia o rei com três palavras cheias de significado...
Um medalhão que dizia: Isso também passara!
Uma mensagem vital de um jeito simplificado.
Um dia alguém me ensinou a acreditar nessas palavras,
A tal ponto que para mim esse futuro é uma realidade!
Não importa quanto tempo tarde, Isso também passara!
É só esperar com fidelidade...
E enquanto não passa,
Podemos tentar juntos aproveitar momentos com intensidade...
Por ti faço tudo que for preciso,
Por ti faço tudo que for preciso,
O meu maior premio é o teu sorriso...

E lembra-te: Não importa quantos estejam ao teu lado,
E sim, o quanto tu importas para aqueles que estão...
E sim, o quanto tu importas para aqueles que estão...

Soneto de Inês (de Ary dos Santos)
Dos olhos corre a água do Mondego
os cabelos parecem os choupais
Inês! Inês! Rainha sem sossego
dum rei que por amor não pode mais.
Amor imenso que também é cego
amor que torna os homens imortais.
Inês! Inês!Distância a que não chego
morta tão cedo por viver demais.
Os teus gestos são verdes os teus braços
são gaivotas poisadas no regaço
dum mar azul turquesa intemporal.
As andorinhas seguem os teus passos
e tu morrendo com os olhos baços
Inês! Inês! Inês de Portugal.

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